Fate: The Winx Saga 1x01 – To the Waters and the Wild
“A
MAGIA PODE SER PERIGOSA, COMO BEM SABE”
Eu
fiquei completamente encantado com o visual e os efeitos especiais desse
piloto! “Fate: The Winx Saga” começa
muito bem sua narrativa – e já posso afirmar que estou apaixonado por este
universo de fadas e magia. Como sabemos, a série é baseada na animação “Winx Club”… e eu adorei a ideia do live action de transformar os elementos e
os personagens do desenho em algo sombrio, porque estava faltando uma série dark sobre fadas na minha vida. E, bem,
eu não vou ficar aqui fazendo comparações entre o live action e a animação, até porque eu não tenho propriedade para
isso, uma vez que eu nunca assisti sequer um episódio do desenho. Sendo assim,
estou encarando “Fate: The Winx Saga”
como uma série nova da qual eu não me importo nem um pouco se ela está sendo
fiel ou não à história original. Afinal de contas é um live action, e a proposta é completamente outra, como percebemos
desde o primeiro episódio.
“Fate: The Winx Saga”
foi uma maravilhosa sugestão do meu namorado para a minha lista de séries, porque
ele sabe muito bem o quanto eu amo um mundo de fantasia. E eu realmente fiquei
fascinado com toda a produção do live
action… fascinado com tudo o que pude ver na tela e com tudo o que este
piloto nos entregou neste início de temporada. “To the Waters and the Wild” começa com a morte de um pastor de
ovelhas, quando ele atravessa a proteção de sua propriedade – a “Barreira” – e é atacado por algo que só
depois descobrimos ser um dos Queimados, uma espécie de criaturas do mal que há 16
anos não ataca. Nos minutos seguintes, vinda diretamente da Califórnia,
conhecemos Bloom, e é o seu primeiro ano em Alfea, o internato mágico que fica
no Outro Mundo – muito lindo, por
sinal.
Meio
deslocada, a primeira pessoa com quem Bloom tem contato é o Sky – sim, ele é
lindo. E, sim, é óbvio que temos gatinhos
na série. Só que esse primeiro contato não é o que podemos chamar de “vontade
fazer amizades”, porque Sky tem uma vibe
meio sabichão e a Bloom o acha um palestrinha.
Então, ela é recepcionada pela Stella, a típica popular metida que acha Alfea
um tédio, e que quebra algumas regras do internato usando o seu anel-portal
para sair da Barreira sempre que lhe
convém. Uma das coisas que eu achei legal na série é o fato de o roteiro não ter
tirado a modernidade só porque a maior parte da história se passa num mundo mágico
paralelo. As fadinhas também têm direito ao acesso à internet, né, gente? E das boas, uma vez que o Instagram faz parte da vida de todo mundo por lá (rs). Sensacional!
Sem
falar que a cultura pop também chegou no Outro
Mundo, e pelo jeito é a DUA LIPA quem está com a bola toda em Alfea… quem aí curtiu “Physical” na Festa de Orientação,
hein? Eu amei! Mas essa Alfea moderna não era bem como Bloom imagina que seria
um internato para fadas. E eu acho um máximo ela dizendo para a Diretora Dowling
algo como esperar ver Sininhos por aí e
fadas com asas – “Sininho era uma fada do ar. Você é do fogo” (rs). Aos
poucos, Bloom vai se encaixando no internato, e, então, durante o episódio, nós também
vamos conhecendo as demais protagonistas da série, como a Terra (S2), Aisha,
Musa, e a rebelde Beatrix. Adorei a Beatrix, gente. Pena que ela não ganhou
mais destaque neste episódio piloto, porque aquela cena dos palavrões foi
sensacional – “Diretora Dowling! Sou Beatrix. Talvez eu pareça uma cuzona, mas
sou sua fã. Não devia ter dito “cuzona” na frente da diretora! Cacete. Merda!”.
(kkkkkkkkk)
No
fim das contas, Alfea não é nada diferente de qualquer instituição educacional
do Primeiro Mundo: temos a galerinha
do bem e a galerinha do mal. Falando em galerinha do mal, eu amei a Terra dando
uma lição no Riv depois de um comentário gordofóbico dele contra ela. Ele mereceu
aquele sustinho com as plantas
sufocando-o. Quando Bloom atravessa a Barreira
para treinar seus poderes, as coisas saem do controle, porque ela não tem o domínio
do seu poder. Então, Aisha consegue ajudá-la com as chamas incontroláveis quando
usa o seu poder da água (eu amei essa cena). E assim ela se torna, ao menos nesse primeiro momento,
a pessoa com quem Bloom consegue se abrir – destaque para aquela cena, ainda no
início do episódio, onde elas falam sobre “Harry
Potter” e a Aisha define a Bloom como Corvinal,
enquanto a própria Bloom joga um “às vezes Sonserina”
– “Isso explica as mentiras” / “Vou adivinhar. Grifinória. Explica a crítica”. (kkkkkkkkkkk)
Num
flashback, conhecemos um pouco mais
da difícil relação de Bloom com a mãe, que não compreende, não aceita e nem
procura entender a vida introspectiva que ela leva. E eu odiei a atitude dela
de tirar a porta do quarto da Bloom para deixá-la sem privacidade e para
mostrar que quem manda é ela. Naturalmente, isso desperta uma revolta em Bloom
que culmina nela usando seu poder e provocando um incêndio na casa, levando,
para sempre, a culpa de sua mãe ter saído ferida do incêndio com queimaduras graves.
Então, com Bloom usando magia demais sem nunca ter tentado, Aisha conclui que
ela não é uma fada filha de humanos, e sim uma Trocada… uma bebê fada que é trocada por um humano ao nascer. E isso
significa que Bloom é uma puro-sangue.
Tudo isso a deixa abalada… e então alguém está mentindo para ela. E ao que tudo
indica, a Diretora Dowling sabe de tudo.
E
é claro que não poderia faltar aquele momento sexy no episódio, afinal de contas isso ajuda a sustentar o bom
andamento da série… precisamos de um boy
sem camisa para mostrar o físico atlético (rs). Não é, Sky? Stella está com ciúmes
dele com Bloom, então ela vai marcar território, querendo recuperar o romance
que ela fez questão de acabar sem ao menos trocar uma palavra com ele durante todo
o verão… e assim eles acabam transando – tá, essa parte não mostrou, mas nós
entendemos que rolou. Antes disso, temos Stella cometendo uma maldade ao
influenciar Bloom a ir até o Primeiro
Mundo para visitar a família. E ela lhe empresta seu anel-portal para que
ela possa fazer a passagem pelo cemitério velho fora da Barreira. Bloom consegue ver os pais e conversar com eles por
telefone sem eles a vejam, porque pensam que ela está em um internato na Suíça.
Ela
sofre ao vê-los, porque toda essa questão sobre sua origem ter sido uma mentira
está lhe afetando. Na volta para Alfea, ela é atacada por um Queimado… e é uma
boa cena, com Bloom tentando escapar enquanto é perseguida. Ela é salva pela Diretora
Dowling, que permite que ela fuja enquanto lida com o Queimado. Depois, perto
do fim do episódio, a Diretora conversa com Saul sobre a possível conexão de Bloom
com a Criatura, já que Bloom foi deixada no Primeiro
Mundo há 16 anos… bem na época em que eles viram o último Queimado entre
eles. Agora, eles estão preocupados quanto a segurança de Alfea, e não sabem
mais se irão conseguir proteger os alunos. Por último, Beatrix vai cometer uma
travessura, quando atravessa a Barreira e liberta o Queimado que Dowling
havia aprisionado. Definitivamente, Alfea está em perigo. Que coisa mais
maravilhosa esse início de temporada. Obrigado, Netflix!
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